Os oceanos estão quebrando seus próprios recordes

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Junho não apenas esquentou. Ficou histórico.

O programa Copern da União Europeia confirmou em 1 de Julho que as temperaturas globais da superfície do mar atingiram um máximo recorde no mês passado. Isso superou o máximo anterior de junho de 2024. E os especialistas dizem que não será a última vez que veremos um novo recorde quebrado.

“As condições actuais podem indicar o início do início”, disse Carlo Buontempo, que lidera o Serviço Climático Copernicus no Centro Europeu de Previsão Meteorológica a Médio Prazo, num comunicado: “Com as temperaturas oceânicas a estes níveis, e o El Niño a fortalecer o seu domínio sobre o Pacífico, veremos mais recordes de temperatura.”

O recorde foi quebrado em 21 de junho. A temperatura global da superfície do oceano atingiu 20,8 C, 20,5 graus C. Ou, para as pessoas que pensam em Fahrenheit, são 69,49 graus.

O serviço independente Copernicus Marine, o conjunto de dados do serviço Marine é independente dos dados. Eles registraram a temperatura. E está ainda mais quente, 21°C. O serviço climático Copernicus sempre registrou temperaturas globais da superfície do mar de 21 graus. 69,5.

Este não é um evento global. No Mediterrâneo. As águas lá em cima chegavam a 8.

Os pontos mais quentes: o Mediterrâneo, o Pacífico. E as faixas do Pacífico, na costa norte do Canadá.

É um ciclo de feedback. A água quente mantém a atmosfera quente por mais tempo e acrescenta energia às tempestades. E mais evaporação significa mais chuva. É a ameaça aos oceanos globais.

“Aquecimento dos oceanos, os representantes de Copernicus acrescentaram que as temperaturas mais elevadas mantêm a atmosfera mais quente.

Mas o Pacífico? De acordo com dados. A recém-declarada fase El Niño.

“Veremos se esse calor injetado em um mundo já aquecido representa uma nova era.